Twitter initial marketing

Twitter’s marketing strategy always intrigued me. Recently, I was delighted by an Evan Williams (Twitter’s co-founder) answer. He gave us the privilege to know an excerpt of the early story of his company in his below quora answer.

… contrary to common belief, we didn’t actually launch Twitter at SXSW — SXSW just chose to blow it up.

We launched it nine months before — to a whimper. By the time SXSW 2007 rolled around, we were starting to grow finally and it seemed like all of our users (which were probably in the thousands) were going to Austin that year. So, we did two things to take advantage of the emerging critical mass:

1) We created a Twitter visualizer and negotiated with the festival to put flat panel screens in the hallways. This is something they’d never done before, but we didn’t want a booth on the trade show floor, because we knew hallways is where the action was. We paid $11K for this and set up the TVs ourselves. (This was about the only money Twitter’s *ever* spent on marketing.)

2) We created an event-specific feature, where, you could text ‘join sxsw’ to 40404. Then you would show up on the screens. And, if you weren’t already a Twitter user, you’d automatically be following a half-dozen or so “ambassadors,” who were Twitter users also at SXSW. We advertised this on the screens in the hallways. (I don’t know how many people signed up this way — my recollection is not a lot.)

I don’t know what was the most important factor, but networks are all about critical mass, so doubling down on the momentum seemed like a good idea. And something clicked.

$11 billion pitch presentation

Andrew Mason, CEO of Groupon and other executives of his company are pitching investors on an initial public offering, looking to raise over half a billion dollars at a $11.4 billion valuation. Here’s his presentation

Parallel comment: Yeap, although it’s a big sum, the previous 25bi speculation was way too much.

Driverless Stunts

Já devem ter visto que o Google tem um projeto que visa dirigir carros de forma totalmente automatizada. Já passou no jornal e etc mostrando os carros dirigindo sozinhos no meio de São Francisco civilizadamente.

Mas, o que foi novidade para mim foi isso: pilotar! :) Nada mal

A visao de fora:

TED Talk do Sebastian Thrun:

Para refletir – sobre Groupon

Gostei dessa frase:

“Groupon is essentially holding a portfolio of loans backed by the receivables of small businesses”

Como muitas das lojas/estabelecimentos que entram no GroupOn com as promoções de seus produtos/serviços são pequenos comerciantes procurando levantar um caixa rápido e ir pagando em “prestações” (gastos ao longo do tempo para atender seus clientes), o artigo resume o GroupOn como uma forma de “empréstimo” aos pequenos lojistas, e portanto o GroupOn deteria uma carteira destes credores.

O artigo também fala da força de persuasão que o discurso de poupar o gasto em marketing tem. No entanto, diz que o acordo “win-win” acaba sendo mais groupon-win, lojista-lose.

Boa leitura…

http://techcrunch.com/2011/06/13/why-groupon-is-poised-for-collapse/

Abercrombie envia pro Brasil

Recentemente, fui surpreendido ao descobrir que o site da loja de roupas Abercrombie (http://www.abercrombie.com/) envia oficialmente para o Brasil! Aqui vão os prós e contras de minha experiência.

Tempo de envio: MUITO RÁPIDO!!! Comprei no domingo, chegou em casa (interior do estado de São Paulo) na 5a-feira. Exatamente! Demorou apenas 4 dias úteis. Veio pelo FedEx.

Preço: SALGADO! O valor do imposto é praticamente 100% do valor do produto. Há a taxa de 60% de importação + o chupa cabríssimo ICMS de “18%” + desembaraço aduaneiro. Coloquei o 18% entre aspas, porque o ICMS é, além de ser cobrado em cima do valor total (valor declarado + taxa de importação), cobrado “duas vezes” pelo seguinte cálculo:

No estado de SP, o ICMS é de “18%”. O “18%” nominal vira quase 22% real, e na prática (sobre o valor importado) acaba sendo 35%:


ICMS =
(valor declarado + imposto de importação) / (1 - 0,18) * 0,18 =
1,6 * valor declarado * 0,22 =
valor declarado * 0,35

Esta forma de calcular chama-se cálculo por dentro. Há uma boa explicação neste PDF.

Então, juntem os impostos com o desembaraço aduaneiro e considerem uma taxa total de praticamente 100% sobre o valor comprado.

Groupon deve abrir capital IPO us$ 25 bi !!

Há especulações de que o Groupon abra seu capital em IPO por US$ 25 bilhões. Mas, isto parece muita grana, mesmo pro Groupon. O recordista (highest-valued venture-backed company) até então é o Google que saiu por US$ 24.6 bilhões.

O Groupon tem 2 anos de vida (começou em November 2008). O Google tinha 6 anos qdo abriu IPO.

Adorei essa frase sobre “key to Groupon’s long-term valuation”:

But how many of those customers come back to pay full price? There is no good way of measuring that yet. And that is going to be the key to Groupon’s long-term valuation, whether or not it is creating repeat, loyal customers for merchants or just a stampede of deal-hungry coupon clippers.

http://techcrunch.com/2011/03/17/groupon-25-billion/
http://blogs.wsj.com/venturecapital/2011/03/17/groupon-valued-at-25b-that-would-top-google-at-ipo/

Open Source na maioridade

Post de Cezar Taurion que retrata muito bem o cenário Open Source e seus modelos de negócio.

Post original na íntegra.

Volta e meia dou entrevistas para a mídia falando de Open Source. E uma das perguntas mais frequentes é sobre “Quanto a IBM obtém de receita com Open Source?’.  Ora, quando se fala no modelo tradicional de comercialização de softwares, esta pergunta tem uma resposta fácil: basta ver quantas licenças foram comercializadas e qual o preço médio delas. Mas, com Open Source é diferente. É muito difícil capturar com precisão o volume de receitas. Muito da receita de Open Source é obtido de forma indireta. Um exemplo é o Google que fornece gratuitamente softwares como Android e outros, para alavancar receita com anúncios. Vejamos também a IBM, que apoia diversos projetos como o Linux, Eclipse e outros, alavancando receitas indiretas, como mais servidores, serviços e  mesmo softwares não Open Source.

Portanto, precisamos reformular a questão. A receita direta e contabilizável de um determinado software Open Source não implica em medida direta do sucesso ou fracasso do seu impacto econômico. Devemos, para esta análise, olhar o ecossistema como um todo. Um engano comum é comparar as receitas de um determinado software comercializado na modalidade de vendas de licenças com a receita obtida pelos distribuidores de softwares Open Source. Ora as distribuições pagas de  softwares Open Source, de maneira similar ao SaaS, são comercializados pelo modelo de negócios de assinaturas, com a receita sendo distribuída ao longo de vários anos e não concentrada em um único pagamento. Assim, comparar receitas obtidas por  modelos de negócio diferentes  é comparar laranjas com bananas.

Além disso, não existe correlação entre a receita direta obtida com determinado software e seu uso pela pela sociedade. É muito difícil medir com precisão o uso de um software Open Source. Podemos contabilizar os downloads registrados a partir de um determinado site associado ao software em questão. Mas, a partir daí, como é perfeitamente possivel e até mesmo incentivada sua livre distribuição, fica difícil contabilizar as inúmeras outras cópias que circularão pela Web.

Entretanto, é indiscutível que Open Source está se disseminando rapidamente. Os seus principais apelos para o mercado são bastante motivadores: não demanda desembolso prévio para licença de uso (troca capex ou custo de capital  por opex, que é custo operacional), menor custo de propriedade, evita aprisonamento forçado por parte de fornecedores e maior facilidade de customização, pelo livre acesso ao código fonte. Também observamos que sua disseminação não é homogênea por todos os segmentos de software. Sua utilização é muito mais ampla em sistemas operacionais, web servers e bancos de dados, mas ainda restrita em outros setores, como ERP e business intelligence.

Mas, Open Source não cresce não apenas no campo do uso tradicional de software, que são os aplicativos comerciais. Vemos sua disseminação se acelerando à medida que a Web se dissemina (muito do código que existe rodando na Web 2.0 e redes sociais é baseado em linguagens dinâmicas em Open Source como PHP, Python e Ruby) e veremos muito código Open Source sendo a base de sensores, atuadores, set top boxes da TV digital, netbooks, celulares e outros novos equipamentos. Open Source também está na base tecnológica de muitas infraestruturas de cloud computing.

… +veja o artigo na íntegra aqui.